
Ao beirar por entre as vielas da vida,
Deparo-me sempre com obstáculos
E caminhos marcados; sulcos de pisares anteriores,
Em tanto de passos dados,
E nem sempre retilíneos, ou sinuosos.
Ao passar sempre diante da mesma janela
Paro e me retenho ao ver uma luz em sombras,
A marcar na cortina no balançar do vento,
Uma imagem que não a sua.
Pausadamente vou marcando os dias a chegar
Nessa esperança contínua de fé
Em que em corpos e calores
Nossa união se fará presente.
Dizes e afirma que és minha
Pois sinto no expressar de suas verdades
Um todo de desejos e vontades
Ao me ler, ver e ouvir-me
No que somos e ainda buscamos ser
Sigo-me na luz da lua a guiar-me
E um grito explodido dentro de mim
Abafa-me, sufoca-me
Nessa ânsia de tocá-la
Em suores deslizantes de prazeres.
Deparo-me sempre com obstáculos
E caminhos marcados; sulcos de pisares anteriores,
Em tanto de passos dados,
E nem sempre retilíneos, ou sinuosos.
Ao passar sempre diante da mesma janela
Paro e me retenho ao ver uma luz em sombras,
A marcar na cortina no balançar do vento,
Uma imagem que não a sua.
Pausadamente vou marcando os dias a chegar
Nessa esperança contínua de fé
Em que em corpos e calores
Nossa união se fará presente.
Dizes e afirma que és minha
Pois sinto no expressar de suas verdades
Um todo de desejos e vontades
Ao me ler, ver e ouvir-me
No que somos e ainda buscamos ser
Sigo-me na luz da lua a guiar-me
E um grito explodido dentro de mim
Abafa-me, sufoca-me
Nessa ânsia de tocá-la
Em suores deslizantes de prazeres.
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